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terça-feira, 12 de abril de 2011

Su-27K Naval Flanker ou Su-33

Su-33
Su-33Seite.jpg
Um Su-33 estacionado com as asas dobradas
Descrição
Fabricante Sukhoi
Primeiro vôo maio de 1985
Entrada em serviço 1994
Missão Multimissão
Tripulação Um
Dimensões
Comprimento 21.94 m
Envergadura 14.7 m
Altura 5.93 m
Área (asas) 62 m²
Peso
Tara kg
Peso total 18.400 kg
Peso bruto máximo 34.000 kg
Propulsão
Motores Lyulka AL-37
Força (por motor) 32.000 kN
Performance
Velocidade
máxima
2.300 km/h (Mach: 2.00)
Alcance bélico 3.000 km
Alcance km
Tecto
máximo
17.000 m
Relação de subida 230 m/min
Armamento
Metralhadoras Canhão GSh-301 de 30mm
Mísseis/
Bombas
R-27/R-73 Míssil ar-ar
6.500 kg de armamento em 12 pontos fixos

O Sukhoi Su-33, ou Su-27 Naval Flanker é um avião militar de uso naval produzido pela fabricante Russo Sukhoi em 1982 para ser usado em porta-aviões. Ele é derivado do Sukhoi Su-27 e é também conhecido como Su-27K. A grande diferença entre o Su-27 e os Su-33s é a capacidade de operar em porta aviões, graças às suas asas dobráveis. E diferentemente do Su-27, o Su-33 possui o sistema REVO de reabastecimento durante o vôo. Existe também a versão de dois lugares deste avião usada para treinamento - Su-33UB (Su-27KUB), com capacidade total de combate.

Desenvolvimento

O primeiro Su-33 voou em maio de 1985, e entrou em serviço na Marinha Russa em 1994. Um regimento composto de 24 aeronaves desse tipo entrou em formação na marinha russa para operar somente no porta aviões Almirante Kuznetsov.

Exportação

O jornal Kommersant(em inglês) noticiou no dia 23 de outubro que a companhia estatal Rosoboronexport está fechando as negociações com a República Popular da China para venda de 50 aeronaves, totalizando US$ 2,5 bilhões. A China inicialmente adquiriu 2 aeronaves por US$ 100 milhões para testes e com opções de ajuda para adquirir mais 12-48 aeronaves. Os caças foram adquiridos para serem usados no programa do novo porta-aviões chinês. Mais recentemente, a Rússia cancelou a venda dos SU-33 à China devido aos russos terem descoberto que esta nação faria uma cópia do avião, modificando-o em alguns aspectos, para posteriormente passar a exportá-lo.

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